Candidatura Coordenação CDEN 2011.
Coordenador Titular : Ricardo Nascimento Coordenador Adjunto : Nivaldo Bósio
Coordenador Titular
Ricardo Nascimento Formação Acadêmica: Técnico Industrial em Eletrônica, Engenheiro Eletricista Ênfase em Computação, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Licenciado em Matemática,Licenciado em Eletrônica, Pós-Graduado em Análise de Sistemas, Pós-Graduado em Análise de Sistemas de Informações Gerenciais, Pós-Graduado em Engenharia Econômica e Administração Industrial. Movimento Sindical: Diretor por dois períodos do Sintec-RJ (Sindicato dos Técnicos Industriais do Rio de Janeiro), Secretário Geral por dois períodos da Fentec ( Federação Nacional dos Técnicos Industriais), Foi Diretor de Novas Tecnologias e Meio Ambiente e Diretor de Formação do Sintergia-RJ- Sind. Trabalhadores/ Energia.Atualmente é Diretor de Relações Externas e Sociais Movimento Associativo: Presidente Contae – Conselho Nacional das Associações de Técnicos Industriais; Diretor Tesoureiro da OITEC - Organização Internacional dos Técnicos, Diretor da ABEE-RJ - Associação Brasileira de Engenheiros Elericistas, Diretor Suplente da da ABETI - Associação Brasileira de Ensino Técnico Industria, Conselheiro, Vice Presidente e Presidente da ATEL-RJ. Sistema Confea/ CREA´s CREA-RJ - 2º Diretor - Financeiro - 2012 e 2011, 3º Diretor - Financeiro - 2006, 2º Diretor - Secretário - 2004, 2º Diretor - Secretário - 2002, 2º Diretor - Secretário - 2001. Coordenador do CDEN - 2010/2011 -Membro da Comissão Especial : (que apurou irregularidades nas eleições de 2007),, Membro da Comissão Organizadora Nacional do 7º CNP, Coordenador da Comissão Educação e Ética (CDEN), Membro do Comitê de Comunicação e Marketing (CDEN). Atividades Atuais Sistema Confea /CREA´s, Presidente - Contae - Conselho Nacional das Associações de Técnicos Industriais, Coordenador do Colégio de Entidades Nacionais – CDEN, 1º Diretor Financeiro da ABEE-RJ – Associação Brasileira de Engenheiros Eletricista – RJ, 2º Diretor Financeiro do CREA-RJ, Diretor Suplente da ABETI Associação Brasileira de Ensino Técnico Industrial. Diretor de Relações Externas e Sociais,Sintergia-RJ- Sind. Trabalhadores/ Energia. Atualmente : (Profissional) (desde 1977), Analista de Controle de Medição Especialista Pleno ( Light - S.E.S.A ), R.J
Coordenador Adjunto
Nivaldo Bósio Geólogo, Doutor em Ciências, Bacharel em Ciências Jurídicas. Atividades Profissionais:
GEOFÍSICO: Petrobrás, GEÓLOGO: Votorantim, IPT , autônomo de 1968 a 1979; Professor: BRASIL: Instituto de Geociências e Ciências Exatas da UNESP, Faculdade de Engenharia Civil da UNICAMP, Escola de Engenharia de Lins, SP; Faculdade de Engenharia Moura Lacerda, Ribeirão Preto, SP; Faculdade de Engenharia de Bauru, UNESP; USA:Professor Visitante da Colorado School of Mines; Associate Research – Departament of Geology - University of Georgia; Professor Pós-Graduação: UFBa e UnB; Advogado: Direito Administrativo e Constitucional.
Atividades Administrativas: MTb – Ministério do Trabalho; Chefe de Gabinete do Ministro; Secretário de Imigração; CONFEA - Coordenador Nacional das Câmaras Especializadas de Geologia e Minas; CDEN – Colégio de Entidades Nacionais; Coordenador Adjunto. Atividades em Órgãos Colegiados: Crea-SP: Conselheiro, Coordenador e Membro de diversas Comissões, Diretor; CONFEA - Membro da CIAM; UNESP: Conselheiro, Membro da Congregação do IGCE; UNICAMP - Membro da Congregação – Faculdade de Engenharia Civil – Limeira Conselheiro – Conselho Diretor; GOVERNO FEDERAL - Conselho Nacional de Imigração – Presidente; FUNDACENTRO - Conselheiro: Conselhos Fiscal e Deliberativo Atividades Classistas: Presidente e Vice - Associação de Engenheiros, Arquitetos e Geólogos de Rio Claro – SP; Vice Presidente - Associação Paulista de Geólogos; Diretor - Sindicato de Geólogos no Estado de São Paulo; Presidente e Diretor - Federação Brasileira de Geólogos – FEBRAGEO Atividades Atuais: Sistema Confea /CREA´s: Chefe de Relações Institucionais da Presidência CREA-SP, Representante na CIAM; CONFEA CDEN – Colégio de Entidades Nacionais, Presidente - FEBRAGEO - Federação Brasileira de Geólogos, Profissional: Advogado, Direito Administrativo e Minerário; Legislação Profissional.
PROGRAMA DE TRABALHO – CDEN Eleições CDEN 2011
O Diagnóstico das Entidades Nacionais apresentou a seguinte situação : Situação das Entidades Nacionais - Forma de composição: · Área de formação do profissional → uni-profissional →multi-profissional · Área de atuação → ensino → atividade profissional → sindical - Forma de associação: → federada – integrada por associações estaduais → associativa – integrada por profissionais pessoas físicas Natureza das Entidades
Organização Institucional
Todas as entidades nacionais possuem estatuto próprio, enquanto que apenas 46,4% tem regimento aprovado. Realizam pelo menos três reuniões anuais, sendo que 39,3% fazem maior número de encontros anualmente. Propomos : Apoio para que as entidades possam fazer maior número de reuniões anuais. No que se refere à representatividade federativa, tem-se que 50% das entidades nacionais tem até 12 entidades estaduais em seus quadros de associados. Enquadram-se nessa categoria a ABEAlim, ABEAG, ABEE, ABETI, ABEQ, CONTAE, FAEMI, FENEA, FENEMI, FISENGE, FNA, SBEA, SBMET, SOBES. A outra metade das entidades nacionais tem mais de 12 entidades estaduais como associadas. É interessante notar que a metade das entidades nacionais passa quase que tangenciando os mínimos exigidos pela legislação no tocante à quantidade de associados. Propomos : Apoio para que as Entidades Nacionais incentivem as sua regionais para se registrarem nos respectivos Crea´s. Infra-estrutura Apenas nove entidades (32,0%) possuem sede própria. As demais funcionam em locais cedidos por outros órgãos. No quesito pessoal de apoio as entidades nacionais estão muito aquém de suas necessidades para funcionamento razoável face aos seus objetivos institucionais. Propomos : Apoio em planejamento estratégico para verificar as reais necessidades das Entidades quanto ao quesito sede própria. Sustentabilidade Financeira A grande maioria das entidades (82,1%) se mantém por meio das anuidades pagas pelos associados, entretanto o índice de inadimplência é muito elevado. Noventa e dois por cento (92%) das entidades tem índices iguais ou acima de 50% de sócios inadimplentes. Poucas delas recebem doações (14,3%) e apenas duas tem receitas provenientes de serviços prestados por meio de oferta de cursos de aperfeiçoamento ou especialização(7,1%). Outra fonte de recursos bastante buscada pelas entidades são as ajudas financeiras do CONFEA (67,8%) e dos CREAs (17,8%). Propomos : Apoio para que as Entidades possam utilizar os recursos oferecidos pelo Confea. Participação do Profissional nas Entidades As principais atividades das entidades de classe de nível nacional se restringem à promoção de congressos. Cerca de 90% das entidades informaram que realizam esse tipo de evento, sendo a sua maioria com periodicidade entre um e dois anos (75%). Entretanto, a freqüência de associados é relativamente baixa. Vinte e um por cento (21%) delas conseguem reunir menos de 50 profissionais nesses eventos, o que, efetivamente é pouco para uma entidade de classe de abrangência nacional. Propomos : Apoio em comunicação para divulgação dos eventos das Entidades Nacionais e verificação de temas de interesse dos profissionais. A Comunicação nas Entidades Nacionais A grande maioria das entidades de classe nacionais (89,3%) afirma possuir sistema de comunicação. Porém, quando perguntadas sobre a existência de políticas de estratégias de comunicação esse índice cai para apenas 46,4%, denotando que não há planejamento na comunicação. Propomos : Política de Comunicação Desenvolver uma política de modo a que todas as entidades participem ativamente das campanhas do sistema, visto que apenas 13 responderam ao questionário nesse quesito. Veículo de comunicação · Mapear ou indagar junto às entidades a periodicidade de suas publicações. Capacitação Profissional pelas Entidades A capacitação profissional dos associados e a existência de um programa de educação continuada não tem sido prioridade para a grande maioria das entidades de classe nacionais. Este é um ponto fundamental para o desenvolvimento do associado e deve ser fortemente considerado pelos dirigentes. · Propomos Diligenciar esforços no sentido de que haja participação da MÚTUA no apoio financeiro da educação continuada, bem como na aquisição de softwares de acordo com a demanda de cada modalidade profissional das entidades. Principais fragilidades apontadas pelas Entidades. Propomos ações para diminuir as principais fragilidades : Fragilidades e Potencialidades das Entidades de Classe Nacionais Fragilidades: - Baixa capacidade de elaboração de projetos e captação de recursos - Baixa utilização de recursos financeiros disponibilizados pelo CONFEA - Parte das entidades (15%) não utiliza recursos do sistema CONFEA/CREA - Receitas deficitárias, insuficientes para as despesas ordinárias em 30% das Entidades - Elevada inadimplência dos associados (92% das entidades com inadimplência igual ou maior que 55%) - Baixo número de associados tanto nas entidades associativas como nas federativas - Baixa participação dos associados em eventos ordinários e congressos lideranças . As ações serão voltadas para potencializar as Entidades no sentido de combater as fragilidades encontradas. Cordialmente, Ricardo Nascimento e Nivaldo Bósio. |
